domingo, 17 de janeiro de 2010

A Missão dos Servidores da Luz

Nestes atuais tempos de transição, milhares de almas provenientes de mundos mais evoluídos estão descendo à densidade terrestre, através de uma encarnação em corpos físicos da Terra. Elas vêm em cumprimento de uma missão, que faz parte do Grande Plano Universal para a Terra. Estes seres de grande amor estão espalhados por todo este planeta. Podem ser nossos amigos, conhecidos, parentes, familiares, enfim, eles estão à nossa volta e caminham junto a nós neste final de ciclo planetário. Nesta seção, esclareceremos pontos importantes a respeito do tão necessário e importante trabalho dos Servidores da Luz, as Sementes Estelares e Semeadores das Estrelas.

Os Servidores da Luz são almas muito especiais. Doaram-se a uma difícil tarefa, a missão de trazer a luz ao nosso tão perturbado planeta. Estas almas estão entre nós, encarnados assim como todos nós. Vieram de outros planetas, onde a evolução está muito além daquilo que nós conhecemos aqui na Terra. Vieram de mundos onde não se conhece a dor, o sofrimento, a raiva, o ódio, o ciúme, a inveja, a desconfiança. .. e até que viessem ao nosso mundo, não sabiam o que eram estes sentimentos. Mas eles estão aí, entre nós, lutando contra a involução, lutando contra si mesmos, pois toda luta para se vencer as trevas começa dentro de cada um.

Os Servidores da Luz são pessoas muito sensíveis, especialmente às coisas belas, perfeitas e harmoniosas. Geralmente gostam de músicas suaves, que envolvam um maior sentimento de amor. Gostam da natureza, dos animais, de paisagens bonitas... se encantam com as belezas da criação. Sentem estar unidos a Deus e à natureza. São buscadores da Paz e da Harmonia. Emanam uma forte luz que magnetiza a todos que estão ao seu redor. Seus sorrisos transmitem uma alegria incomum. São inteligentes e suas visões vão muito além daquilo que a maioria dos seres humanos consegue enxergar. Eles sabem quando alguém transmite em seus semblantes um sinal de sinceridade ou falsidade. Detestam falsidades e mentiras. Evitam festas e badalações do mundo exterior, pois sentem que assim seus pensamentos ficam obscuros, e perdem a lucidez que normalmente possuem.

Os Servidores da Luz são seres altamente desprendidos da matéria. Eles não lutam pelos bens materiais, se para isso não houver um motivo maior, uma causa superior. Este motivo maior é a busca da Luz, a busca da iluminação espiritual. Eles consideram o lado material como sendo algo "frio", desprovido de qualquer sentimento maior, portanto sem valor algum para a alma.

Os Servidores da Luz, não raro, enfrentam uma vida de muitas dificuldades nos mais variados aspectos. São pessoas diferentes da grande maioria, por natureza. Eles não se conformam com o conhecimento incompleto que possuem sobre si mesmos, e querem saber mais, lutam para que sua consciência adquira níveis superiores, imaginam e sabem que existe um potencial imenso adormecido dentro de si. Querem fazer este potencial aflorar cada vez mais. Num primeiro momento, pode ser que eles tentem se igualar aos humanos, tentar viver como eles e ser como eles; mas em breve tempo eles verão que, por mais que tentem, não conseguirão ser iguais à grande maioria. Começarão a reparar mais nos seus próprios valores e verão que são diferentes, e que de si emanam muita luz. Até que começarão a questionar, mas de forma mais clara, objetiva e definitiva, aquele velho e antigo mistério: "quem sou? de onde vim? para onde vou?" Nesta época poderão haver contatos com as suas famílias estelares, que posteriormente poderão servir como uma forma de prova de que eles realmente são seres vindos de um mundo distante.

Por muito tempo, em suas vidas, inúmeros livros podem ter lhes surgido no decorrer do tempo. Livros sobre poder da mente, espiritualismo, astronomia, astrologia, e assuntos esotéricos em geral. São apreciadores do esoterismo e possuem uma forte tendência a questionar a questão das reencarnações. Muitas vezes se perguntam quem teriam sido em outras vidas. Ao fazer este tipo de pergunta, podem vir à mente imagens-símbolos que significam, em palavras: "fora da Terra". Pode-se visualizar o Planeta Terra e o Espaço Sideral, as estrelas e os astros. Talvez eles possam se visualizar como esferas de luz brilhantes, seres que vivem no espaço ou em algum outro local que não seja o planeta Terra. Mais tarde poderão ser invadidos por um sentimento relacionado a um Amor imenso, misturado com uma saudade desconhecida. Saudade de um lugar, de uma condição, de uma situação que é diferente da que se encontra atualmente. Isso sensibilizará a pessoa de forma que ela possa se isolar do mundo. A sua forte sensibilidade muitas vezes estará aflorada, quando estas lembranças de saudade invadirem seu coração.

Os Servidores da Luz muitas vezes não se lembram de quem são, durante uma vida inteira. Mas sempre têm e sempre tiveram uma forte atração por assuntos transcendentais, sempre quiseram e desejaram, no fundo de seus corações, a evolução espiritual de suas almas. Já podem ter se sentido muito culpados pelos seus erros do passado, e lutam para que possam corrigi-los e substituí-los por obras positivas.

O despertar destas almas, para suas verdadeiras identidades, muitas vezes ocorre durante a sua juventude, ou então na faixa dos 30 aos 50 anos de idade. Podem vir lembranças, sensações diferentes e uma abrupta mudança de consciência. É uma transformação que muda radicalmente suas vidas, pois as mudanças iniciam-se nas raízes de suas existências. Toda a vida destas pessoas deverá, portanto, se reformular com o tempo. Mas somente a luta interior e a busca da compreensão das mudanças pelo lado espiritual, poderão contribuir efetivamente no processo de transformação e ascensão. Nesta época muitas serão as dúvidas, e poucas as respostas. Mas as respostas devem ser procuradas a qualquer custo. Será um período de dificuldades interiores e exteriores, a vida parecerá incerta, confusa e sem sentido. Uma mudança de grande magnitude se processa, uma luz e um incrível potencial, de grande amplitude, começa a se desenvolver e romper "as cascas do ovo". Está nascendo um novo ser humano, mas também é um ser que é muito mais que um simples ser humano, ele é multidimensional e suas capacidades serão cada vez mais aumentadas. A sua visão astral poderá ser ativada, bem como a sua audição que vai muito além do plano físico. Seus sentidos se tornarão aguçados, e muitos serão os benefícios com isso. A consciência agora se torna multidimensional, ou seja, capaz de perceber o mundo de uma maneira extremamente mais ampla. Estas mudanças de consciência geralmente levam algum tempo até se processarem inteiramente. Nos tempos atuais os processos estão muito mais rápidos, devido à elevação vibracional pela qual a Terra está passando. Muitas pessoas no momento já estão despertando e os processos estão se intensificando cada vez mais. A cada um é preciso, somente, ter muita calma e confiança nos desígnios divinos. É preciso ter sempre em mente a idéia de que sempre há por trás de tudo, a orientação divina. Lembrem-se: vocês recebem orientação divina. Logo, vocês não têm o que temer.

Lutem para que os seus desejos e os seus ideais se concretizem, e permitam que o seu coração, somente, dite o ritmo dos acontecimentos e aprendizados de sua vida.

A todos os Servidores da Luz, espalhados por todo este mundo, todos os votos de Sucesso, Amor, Luz e Paz Interior.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Sobre o processo de finalização e inicio de ciclo

Quando falamos em 2012 temos saber evidentemente estas energías galácticas de 2012 já estão aquí., num processo de penetração-infiltração. Começaram a chegar faz quase tres décadas. Para mim pessoalmente tive plena consciência de sua entrada em nosso sistema a partir do 17 de agosto de 1987, quando tive uma experiência em planos dimensionais. Se trata de um proceso continuo e ininterrupto de energía no qual já nos encontramos, e que não acontecerá “do nada” em 21 de dezembro de 2012, que considero o climax, o ápice da sincronização. E tampouco aí terá sua fase conclusiva.

O magnetismo decrescente do planeta, comprovado a nivel cientifico (Ponto Zero),junto com o aumento das erupções solares, o comportamento inusual do Sol neste momento, já estão impactando nossa consciencia. Questões como o aquecimento global ( apenas uma ponta do iceberg) e as mudanças pelas quais a Terra está passando com o desencadear das forças da natureza em doses extremas. Tambem estamos assistido ao desmantelamento das estruturas governamentais, as corrupções nos governos do mundo, a crise dos alimentos, a implantação de um controle dos mesmos através de um Codex Alimentarius, a tendencia à obrigatoriedade no uso da vacina, All Street desgovernada, milhares de vitimas do descaso, os esilados climáticos que aumentam exponencialmente a cada dia. E muitas outras coisas que temos conhecimentos e somos informados.

Desde uma perspectiva espiritual, 2012 está associado com a co-criação da Nova Terra que está ocorrendo durante os últimos anos.

Não há uma delimitação marcada do Velho Mundo / Novo Mundo no planeta, sim um especto de energías. Alguns países terão mais energías do antigo mundo e outros mais energíaa da Nova Terra. Alguns serão mais receptivos a infusão da luz, abrindo espaço para novas estruturas de organização social, e alguns permanecerão na obscuridade lutando por manter os velhos padrões e sociedades estruturadas no medo da mudança. Mas muitos focos de luz que abrem o caminho para as novas ideias, para um mundo justo e digno, sem tanta discordia e competividade, tambem estão nascendo no seio das familias e sociedades. Mas tanto o velho mundo e seus ulçtrapassados paradigmas seguem enquanto, aos poucos a nova vibração se instala e começa a fazer um esboço de Mundo Novo e Nova Humanidade..

Dentro de cada um terão partes, sub-personalidades ou arquetipos que já ascenderam a Nova Terra, e outros que ainda vivem nas energías do Velho Mundo e da velha forma de pensar a vida.. Alguns aspectos de cada um de nós ainda podem estar influenciados pelo ego negativo ou que resistem a transformação porque se acostumaram ao medo e estão cheios de culpas.

Estas energías co-existirão dentro e fora de nos, e para aquelesque seguem um caminho espiritual, haverá maior oportunidade de equilibrio, o que favorecerá definitivamente as ressonancias com o Novo Mundo. Neste sentido, o microcosmo sempre reflete o macrocosmos. Este não é um acontecimiento de tudo-ou-nada. Estamos no processo de renascer como Humano Sagrado a medida que adquirimos mais luz, e luz é informação.

A síntese do processo que ora ocorre é a transição gradual do Homo Sapiens para o Homo Galacticus. E isto só pode ocorrer através de uma inteligencia mais espirituallizada que reconhece as leis da vida universal e identifica a consciencia coletiva.


Conciencia Coletiva

A consciencia coletiva é uma forma de consciencia que surge na primeira etapa transpersonal da conciencia, quando nossas identidades se expandem mais além de nossos egos.

Uma capacidade fundamental que acompanha a esta tomada de consciencia é a capacidade de sentir intuitivamente e trabalhar com as interações entre os campos energéticos, físicos, emocionais, mentais e espirituais. Muitos de nós já estamos tomando consciência de nossa capacidade não apenas de intuir acerca dos pensamentos, mas também dos sentimentos e das emoções, e também através de um pensar consciente estamos descobrindo que podemos criar juntos nosso destino sem necessitar da comunicação através dos 5 sentidos.


Psicose Coletiva

C.G. Jung, o grande médico da alma e um dos psicólogos mais inspirados do século XX, teve uma incrivel visão antecipada do que hoje estamos fazendo, tanto individual como coletivamente, em nosso mundo moderno. Jung não se cansava de advertir que o maior perigo que enfrenta la humanidade é, sem saber, cair massivamente em residuos de um inconsciente coletivo onde estão as reservas do medo e da culpa, de tal maneira que se converta num instrumento para uma epidemia psíquica, causando estragos no mundo. E isto está relacionado com o muito que vemos hoje em día em distintas situações.

Jung escreve que as epidemias psíquicas, "... São infinitamente mais devastadoras que a pior catástrofes natural. O perigo supremo que ameaça os individuos, assim como as nações inteiras é o perigro psíquico ".

E estamos em meio de uma psicose coletiva que se tornou tão normalizada que muito poucas pessoas estão livres disto. Vivemos socialmente a própria expressão da nossa loucura coletiva.

E o resultado das coisas realmente depende de como a consciencia der sua resposta as situações que ocorrem. Durante uma manifestação do inconsciente coletivo, o grande perigo é um movimento de massas em que milhõese milhões de pessoas caiam juntas dentro de seu inconsciente, propiciando uma epidemia psíquica que pode gerar uma guerra apocalíptica, fazendo estragos sobre toda a vida na Terra e destruindo a própria biosfera do planeta.

Para citar a Jung,
"O inconsciente funciona as vezes com a mais assombrosa astúcia, organizando determinadas situações mortais, experiencias fatais, que fazem com que as pessoas despertem".

A catástrofe só pode ser evitada um numero suficiente de pessoas despertar para o que está sendo revelado, e atuar desde o inconsciente, e assim conectarem-se uns aos outros a fim de desativar, assimilar e transformar os possiveis efeitos prejudiciais do demonio ativado. Podemos então, sob a direção do nosso Ser, de nossa integridade intrínseca, ajudar-nos uns aos outros a entrar em uma nova era de paz sustentavel, de comprenção e de mutua cooperação.

Nossa própria existencia como especie neste belo planeta depende desta hoje exclusivamente desta nossa atuação-realização.

Quando chegamos a ser assumidos pelo inconsciente, nas palavras de Jung,
"...O inconsciente, em grande medida, não reconhece e até suplanta a função da mente consciente.O inconsciente usurpa a função da realidade e a substitui por sua propria realidade.. Pensamentos inconscientes... se manifiestam em juizos sem sentido, sentenças inquebrantaveis sustentadas na cara da realidade "

Quando omitimos as evidencias dos fatos e sustentamos uma crença "mágica" estamos submetidos a um enfeitiçamento, e somos "manipulados" pelo inconsciente, que está, neste ponto, como condutor de todo processo.

Os fatores psíquicos que tornam possivel esta espécie de possessão é a sugestionabilidade, a falta de discernimento critico, a falta de vontade ou incapacidade de auto-reflexão, o medo, a tendencia à superstição. Os conteudos que assumem o controle quando estamos possuidos pelo inconsciente, aparecem como fobias, exagero nos afetos, convicções proprias extremadas, idiosincrasias, obsessões e compulções, que nunca estão abertas ao debate ou correção.

Devemos nos dar conta de que cada momento da nossa experiencia é insepavel da nossa propria consciencia, da nossa própria evolução.

Isto significa que através de nossa própria consciencia podemos intervir na matriz subjacente da criação, e encontrar este ponto de influencia através do qual será possivel mudar e tornar
este sonho desperto que estamos tendo em “evolução em ação".


Da diversidade ao Uno

Ao conectarmos com os reinos superiores da conciencia, vamos mais além da existencia de um mundo polarizado, aonde as coisas são apenas branco ou negro, bom ou mal, e em seu lugar experimentamos um continuum de energías dimensionais.

Para trascender nossa dualidade, temos que passar a um estado de amor incondicional e a um não-juizo do nosso eu e dos demais. A aceitação é o inicio do caminho da transcendência.

No momento em nosso planeta podemos superar esta dualidade com a mescla arquetípica da Divindade Feminina e o Sagrado Feminino.

O Karma e o Dr.Ego

Quando estamos vivendo energías de dimenções superiores, a lei de causa e efeito, ou do Karma, dão lugar a compreensão que temos da Lei da Atração. E a possibilidade de atrairmos
para nossa realidade tanto situações como condições de paz, abundancia, beleza e equilibrio nos torna mais responsaveis diretamente por nossa vida e seus resultados Eu sempre costumei dizer aos meus alunos que o egoismo é um mau negócio baseada nesta lei da atração.

O processo mágico da sincronicidade guía a arte da co-criação e da manifestação. Se estamos criando, desde uma parte consciente, iluminada, então nossos resultados serão mágicos, e sem a carga de assuntos pendentes e lições dolorosas. Estamos aprendendo como manifestarmos desde a luz, o amor, a alegría e a abundância..

Se criamos a partir de uma parte inconsciente, então as lições kármicas e a sombra da transformação estarão envolvidos no processo. Devido a nossas feridas e a resistencia do ego negativo, as lições podem ser difíceis e dolorosas. Porém existe um pote de ouro no final do arco-iris. E uma vez que tenhamos aprendido a transformar nossas sombras tudo se voltará à luz.

Não estamos matando ou aniquilando o ego. Necessitamos do ego como um servidor, que deve ser o servo à disposição da nossa alma. Porém, devemos ser guiados pela nossa alma, em oposição aos impulsos cegos do ego em suas necessidades primarias.. Os seres egoistas só podem ser transformados pelo proceso do amor, da dolor ou do sufrimiento. O amor nos move mais além do eu narcisista, das carências e mediocridades. O propósito mais elevado do sofrimento coincide com as difíceis lições da transmutação do ego
Com a perda do ego vem o aparente vazio necessário ao processo. Há necessidade de cairmos no vazio de nós mesmos para só então preenchermos este vazio com sentimentos elevados, emoçoes purificadas, de uma oitava acima, como a gratidão, o amor incondicional, o serviço ao outro e o perdão, que são energias da nova frequência, necessárias à criação de uma nova ordem da qual nascerá fluidamente o Novo Mundo que tanto sonhamos e que agora está em nossas mãos construir..

O alinhamento de 2012 através do processo de transformação nos permitirá atrair energías mais sagradas, energias da Fonte Criadora, que realizará o paraiso na Terra.
Elas estão ai, a nossa volta, basta apenas darmos condições para conectá-las de forma mais consciente e consistente. Não necessitamos morrer para então subir aos céus e só então experimentar estas energias, porque estão a nossa disposição aqui e agora mesmo. Isto é trazer o Céu à Terra...No mito guarani, nossos ancestrais, ÿvÿ mare ey, a Terra sem Males.

Nossa constituição é toda para usufruir-mos das vibrações divinas, de vida universal, para celebrar o renascimento do Paraíso em nosso interior, e criar beleza e harmonía em nossas vidas. Recordemos que isto não é uma experiência polarizada,e sim que se encontra em uma ampla gama de frequencias. E esta em verdade é a função do Quinto Sol dos Mayas, ou seja, eliminar a contradição da materia através da despolarização das experiencias de consciencia. Porem vivemos dias dificeis...desta despolarização.
Días aparentemente maus, onde temos a oportunidade de fazer as energias se elevarem, subirem, se tornarem mais leves mais sutis. Ou permitir que sigam para baixo, dependendo neste aspecto do nivel de consciência que cada um está vivendo..

Como mensageiros destas energías, não é necessario converter os otros – apenas através de modelos de conduta, se produzirá o efeito dominó.

Os que estão prontos, serão magnetizados para esta energía mais alta através da lei da atração e da sincronicidade. Estes são tempos emocionantes para viver, e devemos ser gratos pela oportunidade de sermos os introdutores, os pioneiros, nestas novas energias.
Recorde que este acontecimiento acontece a cada 26.000 años. E é uma rara oportunidade estar presentes nestes dias extraordinários.

Concluindo, é da maior importancia para o florescimento individual e coletivo ter vivo o significado de uma consciencia planetária e da espiritualidade necessária para a abertura, para acessarmos este encontro com esta real-idade evolutiva, que está além de toda narrativa cultural, religiosa ou disciplinar.
E o despertar de um objetivo humanitario global, através do coração e de uma única mente foi sempre uma preocupação perene de nossas grandes tradições espirituais através dos de todos os milenios.

Portanto, nosso futuro depende agora de fazermos JUNTOS esta mudança.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

La Madre

UM SONHO

Deveria haver em alguma parte sobre a Terra um lugar no qual nenhuma nação pudesse dizer : “É meu”; aonde todo ser humano de boa vontade, que tivesse uma aspiração sincera, pudesse viver livre como um cidadão do mundo, obedecendo a uma só autoridade, a da suprema verdade; um lugar de paz, de concordia, de harmonia, aonde todo instinto de luta fosse usado exclusivamente para vencer a causa dos seus sofrimentos e de suas misérias, para superar suas debilidades e sua ignorância, para triunfar sobre suas limitações e suas incapacidades, um lugar aonde as necessidades do espirito e o interesse no progresso prevalecessem sobre a satisfação dos desejos e das paixões, da busca pelo prazer e o gozo material.

Nesse lugar, as crianças poderiam crescer e desenvolver-se integralmente sem perder o contato com sua alma; a educação seria dada, não para passar em exames ou para obter certificados ou cargos, sim para o enriquecimento das faculdades existentes e a criaçãp de outras novas.

Neste lugar, os títulos e buscas seriam baseados na oportunidade de servir e organizar; as necessidades corporais de cada um seriam equanimimente providas e a superioridade intelectual, moral e espiritual se traduziria na organização geral, não por um acréscimo de prazeres e poderes na vida, e sim por um incremento das obrigações e responsabilidades.

A beleza em todas as suas formas artisticas: a pintura, escultura, música, literatura, seriam acessiveis a todos igualmente, a facilidade de participar do prazer que proporcionam estaria limitado unicamente pela capacidade de cada um e não pela posição social ou financeira.

Neste lugar ideal, o dinheiro não seria mais o senhor; o valor individual teria muitíssima mais importância do que a riqueza material ou a posição social.

O trabalho não seria um meio para ganhar a vida, e sim um modo de auto-expressão e desenvolvimento das próprias capacidades e possibilidades, sendo ao mesmo tempo um serviço oferecido à comunidade inteira, que por sua vez proporcionaria a cada um os meios de subsistência e esfera de ação. Em suma, seria um lugar aonde as relações humanas que comumente se baseiam quase que exclusivamente na rivalidade e na luta, seriam substituidas por relações de estímulo ao aperfeiçoamento, à colaboração e a real fraternidade

La Madre, 1954

Mayas Ian Xel Lungold

Mayas Ian Xel Lungold

Mayas Ian Xel Lungold

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

La Ciencia confirma la profecía Maya

El cumplimiento de las detalladas predicciones que la antigua cultura maya hizo para el período que media entre los años 1992 y 2012 de nuestro calendario plantea un profundo misterio y una pregunta inquietante: ¿nos encontramos realmente viviendo el final de una era cósmica y veremos dentro de siete años el amanecer de una con signo muy distinto?Los científicos no saben qué está sucediendo con el Sol. El 30 de enero de este año, una sorpresiva tormenta solar alcanzó la Tierra con su máximo de radiación sólo 15 minutos después de iniciarse la serie de explosiones, cuando lo habitual son 2 horas. Según Richard Mewaldt, del California Institute of Technology, fue la más violenta en los últimos 50 años. También ha sido la más misteriosa.Los científicos creían que dichas tormentas se producían en la corona solar por las ondas de choque asociadas a eyecciones de plasma. Sin embargo, en este caso parece haberse originado extrañamente en el interior del astro rey, según afirmó el profesor Robert Lin, de la universidad de California.Los astrónomos expresaron su perplejidad. El profesor Lin –principal investigador del satélite Reuven Ramaty High Energy Solar Spectroscopic Imager (RHESSI)– concluyó su declaración con una frase muy significativa: «Esto significa que realmente no sabemos cómo funciona el Sol».En resumen: el insólito fenómeno del 30 de enero ha pulverizado los modelos predictivos de nuestra ciencia.Pero además, ¿por qué se produce una actividad tan intensa y anómala en este momento? El pico de máxima actividad de nuestra estrella –en su ciclo principal de 11 años– tuvo lugar en el año 2000.En 2004 los físicos solares observaron una ausencia total de manchas, algo que siempre anuncia la proximidad de un mínimo de actividad.Dicho mínimo debía producirse entre 2005 y 2006, unos 4 años antes del nuevo máximo, previsto para el año 2010 ó 2011, precisamente en vísperas de la fecha para la cual los antiguos mayas profetizaron el final de la era correspondiente al «Quinto Sol» y el comienzo de otro ciclo cósmico, llamado «Sexto Sol».¿Sabían algo los mayas que nuestra ciencia actual ignora? ¿Podrían ayudar sus textos sagrados a los científicos, desconcertados por el extraño e inquietante comportamiento del astro rey?Y sobre todo: ¿por qué motivo prestó aquella antigua cultura tanta atención a la actividad solar de nuestros días en tiempos tan remotos?El calendario maya finaliza abruptamente el sábado 23 de diciembre de 2012, 5.125 años después de iniciarse la era del «Quinto Sol».Según sus profecías, la causa física desencadenante es que el Sol recibiría un rayo proveniente del centro de la galaxia y emitiría una inmensa «llamarada radiante» que transmitiría esa radiación a la Tierra y al resto del sistema solar. Este evento precedería al comienzo de un nuevo ciclo cósmico.Según su cómputo, habrían tenido lugar ya 5 ciclos de 5.125 años, completando una serie de 25.625 años, período muy próximo al de «la precesión de los equinoccios», conocido como «Año Platónico» o «Gran Año Egipcio», correspondiente a un ciclo completo formado por las 12 eras astrológicas (25.920 años).Según los mayas, en la Tierra cada ciclo de 5.125 años habría sido el escenario de la aventura de una Humanidad –«una raza» en su concepto– y habría acabado con su destrucción, seguida por la regeneración que trae el siguiente ciclo o «Sol». Al comienzo de éste se produce una sincronizació n de la «respiración» de todas las estrellas, planetas y seres.El 11 de agosto de 3.113 a .C. los mayas fijaron el nacimiento del «Quinto Sol» –la era actual– cuyo final llegaría en 2012. La Era del Agua habría acabado con el Diluvio, la posterior a ésta con un diluvio de fuego y la nuestra, llamada «del Movimiento», finalizaría con violentos terremotos, erupciones volcánicas y huracanes devastadores.La mitología de las culturas antiguas más diversas recoge la memoria de inundaciones catastróficas que tuvieron lugar hace unos 12.000 años y de misteriosas lluvias de fuego, hace algo más de 5.000 años, que investigadores como Maurice Cotterell asocian a un gran cometa que rozó la atmósfera terrestre.La predicción maya también describe los 20 años anteriores al primer día del «Sexto Sol» con cierto detalle. Este ciclo menor, que ellos denominaban Katum, ya ha consumido casi dos tercios de su duración total. Ello nos permite verificar hasta qué punto se han cumplido sus profecías hasta este momento y, en consecuencia, decidir si su nivel de aciertos merece suficiente credibilidad como para prestarles atención.El último Katum –denominado por ellos «el tiempo del no tiempo»– habría empezado en el año 1992 de nuestro calendario, después de un eclipse de Sol que esta cultura pronosticó para el 11 de julio de 1991 y que se cumplió puntualmente. En el concepto maya se trataría de un periodo de transición, caracterizado por profundos cambios cósmicos, telúricos e históricos.Es curioso observar que en septiembre de 1994 se produjeron fuertes perturbaciones en el magnetismo terrestre, con alteraciones importantes en la orientación de las aves migratorias y cetáceos, e incluso en el funcionamiento de la aviación.En 1996, la sonda espacial Soho descubrió que el Sol no presentaba ya polos magnéticos sino un único campo homogeneizado. En 1997 se produjeron violentas tormentas magnéticas en el Sol. Y en 1998, la NASA detectó la emisión de un potente flujo de energía proveniente del centro de la galaxia que nadie supo explicar.Otra fecha importante de las profecías mayas fue el eclipse total de Sol del 11 de agosto de 1999, que también se verificó puntualmente. Según el Chilam Balam –un libro sagrado maya–, siete años después del inicio del último Katum (1999) comenzaría una era de oscuridad y las convulsiones de la Tierra –seísmos, huracanes, erupciones volcánicas– aumentarían sensiblemente.El 11 de septiembre de 1999, sólo un mes después del mencionado eclipse, una misteriosa explosión proveniente del espacio eclipsó durante horas el brillo de algunas estrellas.Las radiaciones de ondas radio, rayos gamma y rayos X multiplicaron su intensidad por 120. Astrónomos como Richard Berendzen y Bob Hjellming, del Observatorio Radioastronómico de Nuevo México (EE UU), calificaron este fenómeno como un enigma «digno de una investigación detectivesca» .
El rayo y la llamarada radianteAnte estos hechos objetivos cabe preguntarse: ¿podría ser esa misteriosa e inexplicada radiación de 1999 el rayo proveniente del centro de la galaxia que, según los mayas, alcanzaría al Sol antes del año 2012, cuando se dispararan los fenómenos sísmicos? ¿No resulta también evocador de «la llamarada radiante» que, según los mayas emitiría el Sol después de recibir ese «rayo», la igualmente enigmática y anómala explosión solar del 30 de enero de 2005, que ha dejado perplejos y sin respuestas a los científicos?El eclipse del 11 de agosto de 1999 que precedió a la fuerte radiación proveniente del espacio del 15 de septiembre de 2005 inauguró un período de cataclismos naturales.El día 7 de ese mismo mes se produjo un terremoto de 5,9º (escala Richter) en Grecia, con 218 muertos; el 8, inundaciones catastróficas en China, con miles de muertos; el 17, un terremoto de 7,4º en Turquía, con 15.000 muertos; el 20, un terremoto de 7,6º en Taiwan, con 2.000 muertos; el 22, una cadena de terremotos menos destructivos –entre 2º y 5,2º– en todo el planeta; el 30, un terremoto en Oaxaca (México), seguido de grandes incendios debidos a explosiones de gas, con más de 100 muertos; y el 10 de octubre las lluvias produjeron 300 muertos y 500.000 damnificados en México.No se trata de una lista exhaustiva de catástrofes ni mucho menos, sino sólo de una muestra de algunos fenómenos muy destructivos, ocurridos tan sólo en los dos meses que siguieron al eclipse de agosto. Incluir los conflictos humanos que estallaron en esos dos meses y otras catástrofes naturales requeriría un abultado volumen.En este mismo número se recogen otros datos sobre el aumento espectacular de los seísmos, erupciones volcánicas y meteoros violentos. La comparación de la intensidad y la cantidad que estos fenómenos tuvieron en los últimos años con periodos anteriores revela que experimentaron un incremento espectacular en este periodo que los mayas denominaron «el tiempo del no tiempo».Después de la potente y anómala radiación emitida por el Sol el 20 de enero de este año se han disparado las erupciones volcánicas, que ya habían experimentado un incremento notable después del eclipse de 1999. En todo 2004 se registraron 31 erupciones significativas.Sólo entre enero y abril de 2005, se han detectado 21. Y si sumamos los informes sobre nueva actividad de los volcanes que experimentaron erupciones significativas desde 1999, la cifra asciende a 43 para los 4 meses iniciales de este año.A esta confirmación de las predicciones mayas debemos añadir otras.Según dichas profecías, a partir del eclipse de 1999 se incrementarían las guerras y la destrucción.El cono de sombra de este eclipse se proyectó precisamente sobre Medio Oriente, Irak, Irán, Afganistán, Paquistán e India, señalando un área sacudida por los conflictos más sangrientos y la amenaza permanente de una confrontación entre Paquistán e India, ambos con arsenal nuclear.Al acercarse el 2012 una ola de calor aumentaría la temperatura del planeta, produciendo cambios climáticos, geológicos y sociales sin precedentes, con una rapidez asombrosa. Estamos inmersos en dicha dinámica. El acelerado derretimiento de los glaciares en todo el mundo y la aparición de zonas verdes en la Antártida es ya un hecho confirmado científicamente. También anunciaron los cambios inesperados de la actividad del Sol que los científicos están verificando.Las profecías mayas pronostican la aparición de un cometa, con alta probabilidad de un impacto contra la Tierra. Curiosamente, también en el Apocalipsis de San Juan se predice la llegada de este cometa llamado «Ajenjo» como signo del «Final de los Tiempos».Otra coincidencia llamativa es que el 11 de agosto de 1999, no sólo tuvo lugar el último eclipse total del milenio, sino la formación de una configuración astrológica muy rara: la Gran Cruz Cósmica, formada en los signos de Tauro, Leo, Escorpio y Acuario, por el Sol, la Luna y tres planetas (AÑO/CERO, 102).Esta Cruz también nos remite al Apocalipsis porque evoca a «los cuatro vivientes custodios del Trono».El primero es descrito como «semejante a un león» (Leo), el segundo «semejante a un toro» (Tauro), el tercero «con semblante humano» (Acuario, el Aguador) y el cuarto semejante a un águila (Escorpio).Estamos ante un simbolismo complejo que encaja con las profecías mayas del comienzo del «Sexto Sol»: una nueva era que, según su predicción, supondrá «el final del tiempo del miedo» y una Humanidad renovada cósmicamente, que construirá una civilización superior a la actual.Esta convergencia de expectativas, independientes unas de otras, que avalan las profecías mayas es otro hecho a tener en cuenta.Resulta inevitable recordar a maestros como Sri Aurobindo que, junto a su compañera Madre y su discípulo Satprem, promovieron una transformació n fisiológica, convencidos de que, en un ser humano superior, debería producirse «el despertar» del cuerpo a nivel celular e incluso de los átomos.Aurobindo enseñó que se produciría «un descenso de la luz superior a las partes más bajas de la naturaleza», que favorecería el acceso del ser humano a un nivel de conciencia más elevado que el actual.¿Podría este cambio ser activado o favorecido por ese gran evento cósmico que anunciaron las profecías mayas? ¿Podría ese salto vibracional del Universo, transmitido por el Universo al Sol y por éste a la Tierra , estar impulsando «la gran transformació n» que, según los mayas, llegará definitivamente a nuestro planeta el sábado 23 de diciembre de 2012?En cualquier caso, todas estas profecías son muy elocuentes respecto a dicho salto cualitativo en la evolución de la concienciaEl cambio cósmico crea las condiciones, pero la transmutación interior sólo puede ser el resultado de una decisión libre y de un trabajo interior individual.En este final del último Katum del calendario maya el Cielo nos pone ante una encrucijada: autodestrucció n o transformació n. Nos hallamos, por tanto, en una especie de «tierra de nadie»: una fase definitiva que ya no pertenece a la vieja era, pero tampoco a la que amanecerá dentro de siete años, cuando se abra «la puerta» cósmica de un tiempo renovado.En cualquier caso, nos parece evidente que los hechos corroboran las profecías mayas lo suficiente como para tomarlas en serio y examinarlas sin prejuicios a la luz de lo que sabemos del mundo. ¿La evolución biológica y psicoespiritual responde a una programación cósmica inteligente?Este es, sin duda, el gran misterio que se nos plantea.Fuente: Año Cero

quarta-feira, 30 de julho de 2008

"Se acerca una glaciación", por Luis Carlos Campos Nieto

"Se acerca una glaciación", por Luis Carlos Campos Nieto

Luís Carlos Campos Nieto (Santander). Licenciado en Filología Hispánica por la Universidad de Salamanca.Máster en Periodismo por El País/Universidad Autónoma de Madrid. Reportero en Cambio 16 y El Correo Español y ha colaborado con los principales medios españoles, El País, Interviú, El Siglo y Más Allá. Ha trabajado como consultor financiero y colabora con la FAEC, la organización más crítica que existe de asuntos medioambientales. Es autor de Calor Glacial que está ya en las librerías en Ediciones Arcopress.

Nacho Fernández .- ¿Cuándo y por qué empezó a escribir este libro?
Luís Carlos Campos Nieto .- Hace un par de años, después de más de 5 de documentación a raíz de hacer reportajes sobre el cambio climático. Tenía la intuición de que la teoría oficial era falsa y de que lo que se acercaba era una glaciación, no un calentamiento.
P.- ¿Que nos vamos a encontrar en Calor Glacial, el último Apocalipsis ?
R .- Un ensayo-macrorreportaje con declaraciones exclusivas de los principales expertos mundiales, en el que desmonto por completo las tesis oficiales del calentamiento antrópico y el inexistente agujero de ozono y aporto incontables pruebas de que nos estamos acercando a una glaciación que puede estar a la vuelta de la esquina. Es también un libro divulgativo para entender el clima y el caos meteorológico actual. También trato enigmas apasionantes como la desaparición súbita de continentes como La Atlántida y Mu en las pasadas glaciaciones. Algo que también puede pasar ahora.
P.- Sus investigaciones tienen apoyo de científicos o son simplemente especulación literaria.
R .- Tienen apoyo científico absoluto. Cito declaraciones y estudios de miles de científicos que niegan el calentamiento: hay 17.800 de una organización que se llama oism ( www.oism.org ). Jaworowski, un glaciólogo autoridad mundial, era el responsable mundial de la ONU de protección radioactiva, me lo confirma, aunque en el 2002 me lo discutía. Víctor Bokov, amigo personal, del Instituto de Investigación Ártica y Antártica (el principal del mundo) , el único científico que predijo el tsunami del Indico, también me lo confirma y me declara EN EXCLUSIVA MUNDIAL que el proceso crítico empieza en el 2010; me presenta además el libro. El otro científico que me lo presenta es Antón Uriarte, el climatólogo más critico en España. El libro es muy difícil de refutar, para mí, prácticamente imposible, porque una glaciación tocaría ahora de acuerdo a los ciclos.
P.- Hay antecedentes de esta nueva realidad que usted predice
R .- El científico John Gribbin, ex editor de Nature , que también cree que la glaciación podría llegar mañana, ya escribió una novela sobre el asunto del mundo en glaciación, El Sexto Invierno (1979) .
P.- ¿Es todo ficción lo que leemos?, ¿Podrá ser real lo que nos cuenta?
R .- Todo lo que cuento es real. Es más creo que la ficción de El Día de Mañana , cuya carátula es la portada del libro, se va a convertir en realidad en un futuro no muy lejano
P.- Si hay una glaciación como usted vaticina que síntomas notarán el ser humano y cómo se relacionará con su nuevo medio ambiente.
R .- Una glaciación es una noticia positiva, aunque esté relacionada con algunas catástrofes naturales. Supondría un gradual salto cualitativo en la historia y una mutación global. Las eras glaciales fueron las que hicieron evolucionar a los homínidos o protohumanos, el frío expande el cerebro como dice el neurólogo William H. Calvin, quien también espera una Edad de Hielo.
P.- Usted denuncia muchos intereses en la teoría justamente contraria, la que sostiene el calentamiento global, ¿Qué no le parece coherente de ese posicionamiento y quiénes son los interesados en mantener que la tierra se calienta?
R .- Esa teoría es una estafa, que rebato con un par de frases. Marte también se está calentando, ¿a quien echamos las culpa a los marcianos o a Bush?. El calentamiento que tenemos es natural y no es global, porque Groelandia y la mayor parte de la Antártida se enfrían. En los años 40 hasta los 70 las temperaturas bajaron en el mundo, pero el C02 siguió subiendo. Esto muestra que el aumento del C02 –que es mínimo y beneficioso- no tiene mucho que ver con lo que está pasando. Una celebridad mediática, Michael Crichton, dice justamente ahora lo mismo que yo en su último bestseller Estado de miedo , en donde pone hasta gráficas, bibliografía y notas al pie. Leed el libro y veréis que tengo más razón que un santo. Ya es hora que todo el mundo se entere que lo que nos cuenta El País y El Mundo y todos los medios a diario es una grotesca mentira, chapucera e interesada. Kioto y Greenpeace son un negocio. Somos los que menos contaminamos y vamos a pagar 19.000 millones de euros a Alemania y Francia por Kioto. Es demencial. Las dos últimas glaciaciones se produjeron por el deshielo, que cortó la Corriente del Golfo que calienta el hemisferio norte.
P.- De algunos consejos para estar preparados si llega la glaciación y que debemos de hacer para sobrevivir a este vaticinio.
R .- Hay que estar informados y dependiendo del sitio donde vivas deberás estar prevenido para catástrofes, terremotos o quizá deberías emigrar si la cosa se pone fea. Los países más afectados serán los cercanos a los Polos, aunque en Europa las temperaturas bajarán mucho. Levante es la zona sísmica más peligrosa y luego el Sur. La economía lo notará, especialmente la agricultura, las comunicaciones y la industria turística.
P.- El ser humano, como especie sobrevivirá o cree que desaparecerá de la tierra.
R .- Claro que sobrevivirá. Yo soy un catastrofista positivo. Incluso si se congelara toda la tierra, como ya ha ocurrido en el pasado, podríamos sobrevivir, tal y como dice Jaworowski. En el hemisferio Sur, por ejemplo Brasil, y en muchas partes, se podrá vivir casi como ahora. Aunque hay que decir que las glaciaciones siempre han causado extinciones masivas, de hecho ya está ocurriendo en especies animales como abejas, anfibios, mariposas o murciélagos, que están desapareciendo de repente sin que nadie diga por qué. Yo desvelo la causa: es porque se acerca una glaciación.
P.- Si la naturaleza es un motor en marcha continuo, cree que puede llegar a degenerarse hasta producir un estado de colapso?
R .- En mi opinión la Naturaleza jamás degenera (aunque lo parezca), ni las especies, lo único que degenera aquí es el hombre. La Naturaleza siempre está evolucionando -muy lentamente- hacia la máxima expansión. Una de las tesis del libro es que los aparentes errores de la Naturaleza como las catástrofes, terremotos, tsunamis –el del Indico es típico en fases glaciales- no son casuales, y tienen un fin relacionado precisamente con la evolución y el cambio climático. Sirven para reequilibrar el Sistema Global, tal y como postula la Teoría de las Catástrofes de René Thom. Aquí el único que se equivoca es el hombre o la ministra Narbona.
P.- ¿Cree que este tipo de libros ayudan a buscar lectores?
R .- Total. Todo el mundo ve los telediarios y se pregunta que está pasando. Echan la culpa a los combustibles fósiles, cuando sólo emiten 6000 millones de toneladas a la atmósfera y la mitad se reabsorbe otra vez. Es decir solo hay un peligro de 3000 millones al año, cuando al respirar emitimos 2.500 millones. Y encima de esos 3000 millones, la mitad se deben a la agricultura y la ganadería. Esto prueba que lo que nos cuentan es una gigantesca estafa científica que nadie me puede refutar. Mi libro es de servicio público y destapa el mayor fraude mediático y científico de la historia de la humanidad. La glaciación será con diferencia la principal noticia de este siglo. Vamos hacia el mínimo de Gleissberg del 2030, por eso hacía tanto frío este invierno. El frío polar se tiene que empezar a notar mucho antes.

Madrid Octubre 2005
Publicado por Α υ Ω en 3/27/2008 03:57:00 PM 0 comentarios
lunes 4 de febrero de 2008
Pronóstico Climático Hasta el 2030
Pronóstico Climático Hasta el 2030



NOTA de FAEC: En la publicación oficial de la Real Sociedad de Ciencias de Gran Bretaña, Proceedings of the Royal Society A, fue publicado hace menos de una semana un estudio titulado "Recientes Tendencias Directamente Opuestas en Forzamientos Solares Climáticos y la Temperatura Media del Aire de Superficie", por los autores Mike Lockwood y Claus Frölich, del Rutherford Appleton Laboratory y el Physikalisch–Meteorologisches Observatorium, Davos, Suiza, respectivamente, con una conclusión que pretende "poner el último clavo en el ataúd de la discusión acerca de la influencia solar sobre el clima".

Aunque mucho optimismo y un triunfalismo irrefrenable ha cundido en la comunidad de los partidarios del calentamiento global catastrófico, este estudio está corriendo la misma suerte que el malogrado Palo de Hockey de Michael Mann et al, de 1998 que también se publicó como “el último clavo del ataúd.” De un somero análisis del estudio, se comprueba que los autores confunden algunos aspectos de la actividad solar, como “la irradiancia” y el “Calor” como si fuesen los únicos elementos producidos por el Sol. Sus conclusiones son curiosas porque con una breve observación de la actividad solar en los últimos 20 años, y una manera reprobable de manejar estadísticas (basura entra, basura sale), se pre-tende desechar la muy estrecha correlación observada desde 1620 hasta la fecha, entre las variaciones del clima y la actividad del Sol.


Dicen los autores:

“Hay considerable evidencia de la influencia solar sobre el clima pre-industrial de la Tierra, y el Sol bien puede haber sido un factor en el cambio climático post-industrial en la primera mitad del siglo pasado. Aquí mostramos que durante los pasados 20 años todas las tenden-cias en el Sol, que podrían haber tenido influencia sobre el clima de la tierra han sido en la dirección opuesta a lo requerido para explicar el aumento observado en las temperaturas medias globales.”

En consecuencia, la única causa que queda para explicar el aumento de temperatura es, cuando no! el dióxido de carbono –pero el emitido por las actividades humanas. Lo triste de este estudio es que olvida que además de no haber tomado en cuenta una serie de factores imprescindibles para un análi-sis correcto, como la duración de los ciclos solares, no han caido en cuenta sus autores que el aumento del dióxido de carbono en la atmósfera no explica (más bien se contradice totalmente) el descenso de las temperaturas ocurridos a lo largo de todo el siglo 20, y en especial el fuerte descenso de la tempe-ratura que viene experimentando el Hemisferio Sur desde alrededor del año 2000.

Este descenso de temperatura de la parte sur del planeta se ha hecho muy evidente en todo el año pasado y se hizo más pronunciado durante todo el verano, el otoño y culminó con la severísima ola de frío polar que se abate desde principios de Mayo y provocó la histórica nevada de Buenos Aires –hecho que se repitió después de 89 años, cuando el 22 de junio de 1918 una nevada colosal cubrió a la capi-tal de la Argentina.

Para comprender mejor que hay otros factores fundamentales –no contemplados por los autores de este “último clavo”- publicamos el estudio del Dr. David Archibald, climatólogo australiano, sobre sus predicciones climáticas hasta el año 2030, basados en estudios del largo del ciclo solar.
Eduardo Ferreyra
Presidente de FAEC
Pronóstico Climático Hasta el 2030 [1]
David Archibald
Summa Develpment Ltd., Perth, Australia
ABSTRACTO

Nuestro pronóstico para las temperaturas medias globales para el 2030 han sido actualizadas por la progresión del Ciclo Solar 23 y la contribución que hará el CO2 antropogénico en la atmósfera. El largo creciente del Ciclo Solar 23 apoya la visión de que el ciclo Solar 24 será débil, y como consecuencia un aumento en la certeza de que se producirá una disminución global de la temperatura media en el rango de 1 a 2ºC para el período pronosticado. El aumento proyectado de 40 ppm en el dióxido de carbono atmosférico hacia el 2030 se estima que contribuirá con un 0,04ºC en la temperatura media global. La contribución humana al cambio climático en el período previsto será insignificante en relación a la variación cíclica natural.


INTRODUCCIÓN

Existen numerosas correlaciones publicadas sobre la actividad solar del pasado y el registro climático. Estos estudios incluyen correlaciones del registro de las edades de hielo con el isótopo 10Be y un deta-llado trabajo sobre los registros de temperatura del Siglo 20 realizado por Friis-Christensen y Lasse (1991) [2]. Estos estudios muestran que el clima de la Tierra se mueve en ajustada relación con la actividad solar. Una cantidad de físicos solares están ahora prediciendo también la futura actividad del Sol, con algunas de estas predicciones extendiéndose más allá del 2100.

Archibald (2006) usó la calibración provista por el trabajo hecho sobre el registro histórico para hacer una predicción de la respuesta del clima global a los Ciclos Solares 24 y 25. La conclusión de dicho estudio fue que las bajas amplitudes proyectadas para estos dos ciclos solares, hechas por una cantidad de físicos solares de elevada reputación, resultará en una declinación global de la temperatura atmosférica en el orden de los 2ºC. Esta respuesta de la empratura será similar a la ocurrida durante el Mínimo Solar Dalton, desde 1796 a 1820, un período bien documentado de la manera en que las bajas amplitu-des de los ciclos 5 y 6 causaron una baja temperatura global.


Progresión del ciclo Solar 23

La duración promedio del ciclo solar es de 10,7 años. El Ciclo solar 23 comenzó en Mayo 1996, subiendo hasta un pico de 120,9 manchas en Abril 2000. Para que el ciclo solar 23 tuviese la duración promedio de 10,7 años, el Ciclo Solar 24 debería haber comenzado en Enero de 2007. Las primeras manchas en el Sol aparecen usualmente a más de 20º de latitud en la superficie del Sol. De acuerdo con los dos últimos dos ciclos solares, las primeras manchas aparecen de 12 a 20 meses antes del inicio del nuevo ciclo. Aparte del unos pocos dipolos magnéticos sin manchas de sol, no se han registrado hasta la fecha ninguna mancha solar de polaridad inversa con una latitud de más de 20º sobre el ecuador solar. Esto significa que el ciclo solar está aún, cuando menos, a un año de distancia, o sino la “regla de las obser-vaciones” está equivocada.

Los ciclos solares grandes llegan usualmente temprano, y los ciclos solares cortos lo hacen tarde. Si la “regla de la observación” de relación entre la primera mancha de sol del nuevo ciclo y su temporalidad se mantienen firmes, entonces el Ciclo Solar 23 será de por lo menos 12 años de longitud. También se desprende de ello que mientras más sea la demora hasta el mes del mínimo solar, más débil será la amplitud del ciclo Solar 24.

Friis-Chrsitensen y Lassen (1991) encontraron que durante el período entre 1850 y 1990 el largo del ciclo solar se correlaciona mejor con la temperatura que con la amplitud del ciclo. Esto fue confirmado por los datos de las temperaturas en Armagh, Irlanda, según Butler y Johnston (1996) [3], que demostraron una fuerte correlación de 0,5ºC en la temperatuira media anual por cada año de largo del ciclo solar.

Figura 1: La transición del Ciclo 22 al Ciclo 23
Datos provistos por J, Janssens, Sección Solar de Bélgica

El mínimo solar es el punto más bajo en el solapado entre las manchas solares del ciclo viejo y las manchas de sol de alta latitud con polaridad inversa del nuevo ciclo. Esto está ilustrado en la Figura 1 mostrando la transición del Ciclo Solar 22 al Ciclo solar 23.


Amplitud del Ciclo Solar 24

La figura 2 ilustra el rango de predicciones de la amplitud del Ciclo Solar 24 entre los físicos solares. Actualmente existen 24 predicciones publicadas, de las cuales 7 han sido seleccionadas para esta figura. La predicción más alta es provista por Dikpati (2006) [4] y la más baja por Clilverd (2006) [5]. Schatten (2004) [6] tiene el registro más largo en predicciones de la amplitud de ciclos solares, usando la fuerza de los campos magnéticos polares del Sol en un modelo de dínamo solar.

La importancia del significado de esta amplitud de los valores predictivos es que equivale a un rango de 2,0ºC en las temperaturas medias globales. Este rango es significativo en términos del observado aumento de 0,6ºC en la temperatura media global durante el siglo 20. El pronóstico de Dikpati de 175 manchas es similar al pico del Ciclo Solar 19 de 190 manchas en 1957. El final de loa años 50 fue un período de elevadas temperaturas antes de los 20 años de enfriamiento de mediados de la década del 70, que fue causado por le débil ciclo solar 20. El pronóstico de Clilverd de 42, si se realizara, sería el más bajo de los últimos 300 años.

Figura 2: predicciones de la amplitud del Ciclo solar 24

Efectos del Aumento del CO2 Atmosférico Sobre la Temperatura

La tasa de crecimiento anual del dióxido de carbono atmosférico durante los últimos 30 años es de 1,7 partes por millón (ppm). Del actual nivel de 376 ppm se proyecta un aumenta hsata 420 ppm para el año 2030. Usando le programa MODTRANS existente en la Universidad de Chicago, en la figura 4 se muestra la relación existente entre el contenido de dióxido de carbono y el aumento en la temperatura media global.

Figura 4: Aumento de la Temperatura Atmosférica por cada 20 ppm de Aumento del Dióxido de Carbono.

El proyectado aumento de 40 ppm reduce la emisión desde la estratosfera al espacio desde 279,6 watt/m2 a 279,2 watt/m2. Usando la respuesta de la temperatura demostrada por Sherwood Idso (1998) [7] de 0,1º C por watt/m2, esta diferencia de 0,4 watt/m2 equivale a un aumento de la temperatura de la atmósfera de 0,04º C. El efecto del dióxido de carbono sobre la temperatura es logarítmico y por ello la sensibilidad climática disminuye con el aumento de la concentración de CO2. Las primeras 20 ppm de dióxido de carbono tienen un mayor efecto sobre la temperatura que las siguientes 400 ppm. Aumentar el contenido del CO2 en otras 200 ppm hasta llegar a las 620 ppm, proyectadas para el año 2150, resultará en un aumento ulterior de 0,16º C de la temperatura media global.

El aumento proyectado a 620 ppm es probable que se logre si la expansión económica de China sigue durante los próximos 10 años al mismo ritmo que lo hizo durante los pasados 10 años. La Figura 5 muestra las emisiones de dióxido de carbono a la atmósfera de los Estados Unidos, Australia, y China, con datos históricos hasta 2005 y una proyección hasta 2020. Las emisiones chinas, que se calculaban que sobrepasarían a las de Estados Unidos en 2009 lo hicieron en realidad en el mes de Abril de 2007. Las emisiones de CO2 per cápita de los tres países serán iguales para el 2020.

Figura 5: Emisiones de CO2 a la Atmósfera Estados Unidos, China y Australia para el Período 1906 a 2020 Fuente: Centro de Análisis de la Información del Dióxido de Carbono, Departamento de Energía, Estados Unidos.


Referencias
Archibald, D. 2006, Solar Cycles 24 and 25 and Predicted Climate Response Energy and Environment, 17, 29-38.
Friis-Christensen, E. and K.Lassen 1991, Length of the solar cycle: an indicator of solar activity closely associated with climate, Science, 254, 698-700.
Butler, C. J. and D.J.Johnston., 1996, A provisional long mean air temperature series for Armagh Observatory. J. Atmos. Terrestrial Phys., 58, 1657-1672.
Dikpati, M., G. de Toma and P.A.Gilman 2006, Predicting the strength of solar cycle 24 using a flux-transport dynamo-based tool Geophysical Research Letters, 33, L05102
Clilverd, M., E.Clarke, T.Ulrich, H.Rishbeth and M.J.Jarvis 2006, Predicting Solar Cycle 24 and beyond, Space Weather, 4, S09005
Schatten, K.H. and W.K.Tobiska 2003, Solar Activity Heading for a Maunder Minimum?, Bulletin of the American Astronomical Society, 35 (3), 6.03
Idso, S. 1998, CO2-induced global warming: a skeptic's view of potential climate change Climate Research, 10, 69-82.
Por: David Archibald
Summa Develpment Ltd., Perth, Australia

Enviado por: Eduardo Ferreyra
Presidente de FAEC

terça-feira, 15 de julho de 2008

Para Todas Mis Amadas Guerreras de la Luz

Arriba guerrera vamos a luchar
toma tu consciencia y vamos a pelear
Por la luz y la vida nos vamos a entregar
Unete conmigo que esto va a empezar
A los angeles caidos vamos a ayudar
Siempre estas conmigo no debes de dudar
Siente la energía que corre por tu cuerpo
Lucha por la vida y por el Sentimiento
Perdona a los hombres que no saben actuar
Y llevalos contigo de vuelta a su hogar
Arriba guerrera vamos a luchar
toma tu consciencia y vamos a pelear.
En el centro de ti yace un corazon
que vibra y se entrega por todo el Amor
No dejes que nadie lo haga callar
Siente la vida y lo que es Amar
Esta humanidad no tiene corazón
lloran y sufren sin pedir perdón
Tu eres la llama que habra de encender
el fuego grandioso de un nuevo amanecer
Arriba guerrera vamos a luchar
toma tu consciencia y vamos a pelear.
Un día grandioso se nos prometio
Por un gran guerrero de un gran corazón
Ahora es el día que habrá de volver
Serpiente Emplumada el 12 has de ver
Arriba guerrera vamos a luchar
toma tu consciencia y vamos a pelear.
Consciencias abiertas vamos a escuchar
En voz de tu mente, distancias no habrá
Lejanos hermanos vienen a ayudar
Sembrando los frutos que recolectaras
Arriba guerrera vamos a luchar
toma tu consciencia y vamos a pelear
Galaxias lejanas se nos unirán
Praderas enteras sembradas estan
Los frutos prohibidos quedaron atras
Cosecha segura dice Kukulkan.
Un día grandioso te habrá de esperar
Cuando habras tu mente, consciencia es tu hogar
No dudes guerrera Alcyon brillará
Abriendo sus puertas a la humanidad.

Ricardo González López

sexta-feira, 20 de junho de 2008

El Vaso Sagrado

Patricia May

Ser ecológico es mucho más que reciclar la basura o apagar las luces; más que bajar la contaminación porque tenemos miedo a las consecuencias del calentamiento global. Ser ecológico es expandir la conciencia más allá de nuestro ombligo, de nuestros deseos o intereses y ver la trama de relaciones que nos une a todo ser y esa totalidad mayor planetaria y cósmica en que existimos.
Ser ecológico es vibrar en resonancia con esa gran entidad viviente que es la tierra, cuyos huesos son los minerales, rocas y piedras, cuya columna son las cordilleras, cuyas venas y arterias son los ríos, cuya sangre y energía vital son los mares, cuyo sistema biológico son todos los seres vivos, en cuya mente vibran los pensamientos humanos, en cuya gran alma resplandecen nuestras almas; ser ecológico es despertar a ver que la vida personal encuentra su sentido en cuanto sirve, aporta, da a ese todo mayor en que existe.
Ser ecológico es saber que ese todo viviente en que existimos tiene sus ritmos, ciclos, inteligencia y propósito, es aprender a escucharlos, respetarlos y sintonizar con ellos, rindiendo la pequeña conveniencia egocéntrica a esa sabiduría mayor de la totalidad viviente.
Ser ecológico no se fundamenta en tener miedo a lo que pueda ocurrir con el clima, o a la falta de agua, sino que en los lazos de amor que me unen a todo; es respetar, agradecer y honrar a todo ser, sabiendo que en el aire que respiro están los árboles del mundo, y en el alimento que me nutre está la persona que lo sembró y la tierra que lo acunó y las lluvias que lo regaron, y que es este fino equilibrio que se da entre las existencias lo que nos permite cohabitar en nuestro hogar terrestre.
Ser ecológico es vivir la vida sabiendo que todos los seres están entrelazados, que todo afecta a todo, que mis actos, pensamientos y actitudes movilizan al medio, que cada día co–creamos la realidad, que todos somos responsables del mundo.
Es vivir viendo que lo que hago a otro se lo hago a todos; que lo que me hago a mí, se lo hago a los demás; que la vida es un "vaso sagrado", como dice Lao Tsé, de una delicadeza tal que hasta el más leve gesto cambia el estado de la totalidad.
Así como la idea es cuidar la calidad del aire, la pureza de las aguas, la contaminación de la tierra, asimismo la ecología integral pasa por trabajar el estado personal, la depuración de pensamientos y sentimientos: la crítica, la soberbia, la ambición desmedida, la ansiedad, la envidia, la rigidez contaminan los lazos entre las personas, los ambientes laborales, familiares y sociales, generando una gran nube mental oscura sobre nuestro planeta.
Pensamientos amables, empáticos, comprensivos, creativos, generan acciones bondadosas, respetuosas y positivas, y la ecología surge como un resultado natural.
Vivir desde el amor; lo demás se da por añadidura.